quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 27 de maio de 2009
ITIL
Olá,
Bom, alguém ai lembra de um tal projeto que me fez sumir do blog há um tempo? Entãaao, aquilo foi somenta a parte 1, ... , 0.O
A parte dois tem prazo a ser entregue até sexta. Pense em um ser humano pirado (nem sei se ainda sou humano).
Por enquanto, deixo a vocês o Post desse blog que andei devorando nesta madruga, o ITIL, blog sobre Tecnologia da Informação.
Bom, alguém ai lembra de um tal projeto que me fez sumir do blog há um tempo? Entãaao, aquilo foi somenta a parte 1, ... , 0.O
A parte dois tem prazo a ser entregue até sexta. Pense em um ser humano pirado (nem sei se ainda sou humano).
Por enquanto, deixo a vocês o Post desse blog que andei devorando nesta madruga, o ITIL, blog sobre Tecnologia da Informação.
Serviço, valor e os 10%.
Pessoal,
Buscamos em nossa batalha profissional, aumentar a qualidade dos serviços de TI prestados aos nossos usuários e clientes para gerar valor ao negócio, baseados no modelo ITIL.
Esse modelo de gestão de serviços de TI diz que "serviços de TI é um meio de entregar valor para os clientes, facilitando os resultados que eles desejam atingir, sem os custos e riscos específicos".
Bem, quando começamos a trabalhar com ITIL, começamos a perceber que poderiamos adotar esse modelo para muitas outras atividades...
Em um belo final de tarde de uma quinta-feira qualquer, após mais um dia daquela batalha que citei mais acima, resolvi dar uma relaxada e tomar um chopp. Sim, profissionais de TI também tomam chopp. Entre comprar em algum supermercado, carregar, levar para gelar em casa, resolvi terceirizar esse processo e pagar pelo serviço, não queria os custos e nem os riscos dessas atividades. Olha o conceito ITIL...
Resolvi então, ir até uma dessas badaladas casas da Cidade Baixa para tomar o meu chopp. Foi um desastre.
Os caras empurravam chopp sem parar, faltou um processo de gerenciamento de demanda. Metade do copo era "espuma", outra metade, chopp quente. Para piorar, ainda tentavam empurrar uns petiscos de aparência suspeita. Ao reclamar da qualidade do atendimento, os garçons se queixavam da "máquina" de chopp. Após 90 minutos desse total fracasso, decidi ir embora e para minha surpresa a coisa piorou. Com a conta, veio aquele famoso extra. Os 10% do garçon. Questionei o pagamento, falei da minha frustração com o serviço de baixa qualidade, do produto ruim que me foi entregue. O gerente da casa tentou justificar, dizendo que aquele valor era para dividir entre os garçons, que tem uma remuneração baixa e precisam daquele valor e que era apenas uma taxa de serviço.
Gente, quem quer ter um bar e vender chopp tem que ter garçon para atender, ou sera que eles esperam que o cliente entre na cozinha e sirva-se, faça seu proprio petisco? Tem que oferecer o serviço completo e por um preço único, sem taxas extras.
Imaginem o seguinte dialago em uma organização:
Técnico - Senhor Bartolomeu, a impressora está instalada e aqui está a conta dos 10%.
Cliente - Como assim Bill (Bill Gates, quando era estagiario)? Vocé é pago pela companhia para executar este trabalho.
Técnico - Sim, mas sabe como é... Ganho pouco e esse valor é para dividir entre os técnicos, além disso essa impressora é pesada demais para eu carregar.
Cliente - Mas isso não é problema meu, meu departamento esta pagando por este serviço. Não quero os custos de complementação do teu salário e nem os riscos de estourar minha coluna.
Na empresa ou no bar e em diversas situações do nosso cotidiano podemos perceber situações semelhantes, onde as "boas praticas" fariam muita diferença. Aqui falamos rapidamente sobre criação de valor. Temos que avaliar constantemente se nossos serviços estão realmente criando valor ao negócio, sob pena de perdermos a credibilidade como aconteceu com aquele bar. Para o gerente daquele bar, esta tudo certo.
Reavaliem seus serviços, para não virarem gerentes daquele bar....
Até a próxima.....
Ah.. Não paguei os 10% e tudo bem eu confesso, o principal objetivo era iniciar uma campanha nacional contra os 10%...
Buscamos em nossa batalha profissional, aumentar a qualidade dos serviços de TI prestados aos nossos usuários e clientes para gerar valor ao negócio, baseados no modelo ITIL.
Esse modelo de gestão de serviços de TI diz que "serviços de TI é um meio de entregar valor para os clientes, facilitando os resultados que eles desejam atingir, sem os custos e riscos específicos".
Bem, quando começamos a trabalhar com ITIL, começamos a perceber que poderiamos adotar esse modelo para muitas outras atividades...
Em um belo final de tarde de uma quinta-feira qualquer, após mais um dia daquela batalha que citei mais acima, resolvi dar uma relaxada e tomar um chopp. Sim, profissionais de TI também tomam chopp. Entre comprar em algum supermercado, carregar, levar para gelar em casa, resolvi terceirizar esse processo e pagar pelo serviço, não queria os custos e nem os riscos dessas atividades. Olha o conceito ITIL...
Resolvi então, ir até uma dessas badaladas casas da Cidade Baixa para tomar o meu chopp. Foi um desastre.
Os caras empurravam chopp sem parar, faltou um processo de gerenciamento de demanda. Metade do copo era "espuma", outra metade, chopp quente. Para piorar, ainda tentavam empurrar uns petiscos de aparência suspeita. Ao reclamar da qualidade do atendimento, os garçons se queixavam da "máquina" de chopp. Após 90 minutos desse total fracasso, decidi ir embora e para minha surpresa a coisa piorou. Com a conta, veio aquele famoso extra. Os 10% do garçon. Questionei o pagamento, falei da minha frustração com o serviço de baixa qualidade, do produto ruim que me foi entregue. O gerente da casa tentou justificar, dizendo que aquele valor era para dividir entre os garçons, que tem uma remuneração baixa e precisam daquele valor e que era apenas uma taxa de serviço.
Gente, quem quer ter um bar e vender chopp tem que ter garçon para atender, ou sera que eles esperam que o cliente entre na cozinha e sirva-se, faça seu proprio petisco? Tem que oferecer o serviço completo e por um preço único, sem taxas extras.
Imaginem o seguinte dialago em uma organização:
Técnico - Senhor Bartolomeu, a impressora está instalada e aqui está a conta dos 10%.
Cliente - Como assim Bill (Bill Gates, quando era estagiario)? Vocé é pago pela companhia para executar este trabalho.
Técnico - Sim, mas sabe como é... Ganho pouco e esse valor é para dividir entre os técnicos, além disso essa impressora é pesada demais para eu carregar.
Cliente - Mas isso não é problema meu, meu departamento esta pagando por este serviço. Não quero os custos de complementação do teu salário e nem os riscos de estourar minha coluna.
Na empresa ou no bar e em diversas situações do nosso cotidiano podemos perceber situações semelhantes, onde as "boas praticas" fariam muita diferença. Aqui falamos rapidamente sobre criação de valor. Temos que avaliar constantemente se nossos serviços estão realmente criando valor ao negócio, sob pena de perdermos a credibilidade como aconteceu com aquele bar. Para o gerente daquele bar, esta tudo certo.
Reavaliem seus serviços, para não virarem gerentes daquele bar....
Até a próxima.....
Ah.. Não paguei os 10% e tudo bem eu confesso, o principal objetivo era iniciar uma campanha nacional contra os 10%...
Fonte: ITIL - Postagem de 03/04/2009
sábado, 11 de abril de 2009
A tal da ABNT e a formatação de trabalho...
Essa vida de universitário é cruel... Projetos e mais projetos, e a tal da ABNT no caminho.
"A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940".
Em resumo, é aquela parada que obriga todo trabalho cientifico ser igual (padrão). O que a meu ver ajuda bastante para não tornar tudo em um grande ... (posso dizer cagaço?).
Eu deveria dizer que é um bicho de muitas cabeças e que é melhor você nem ler esse post, porém a verdade é que nem é tão dificil, e como tudo na vida, é apenas um pouco trabalhoso.
Então deixei a preguiça de lado e resolvi dar umas pequenas dicas sobre o que eu descobri na ABNT.
Primeiro, vamos falar do papel... Lembro que minha irmã cismava de querer fazer o pré-projeto dela em papel cartão ROSA, encher de bordas, margens e outros artificios que me recuso a citar (enfim, viva a ABNT neste momento).
Segue abaixo o estilo de formato... papel, fonte, margem, etc...
Papel A4 branco (21,0 x 29,7 cm)
Texto cor preta
Ilustração pode ser colorida
Fonte tamanho 12 para o texto, 14 para a capa e 10 para citação longa, nota de rodapé, legenda e paginação;
Tipo de Fonte: Times New Roman ou Arial (prefiro a segunda).
Margens: superior 3cm, inferior 2,5cm, esquerda 3cm, direita 2,5cm;
Parágrafo com recuo de 2cm;
Citação longa (+ 3 linhas) com recuo de 4 cm;
Segundo: Espaçamento.
No geral usa-se 1,5 ou duplo (mais uma vez eu tenho preferência e fico com o 1,5) em todo o texto.
Espaço Simples na capa, citações longas (aquelas que tem recuo de 4cm), notas de rodapé, referências e legendas.
Terceiro: Paginação.
As folhas do trabalho devem ser numeradas seqüencialmente, em algarismos arábicos., aparecendo no canto superior direito da folha. A contagem será feita a partir da folha de rosto. A numeração, no entanto, deve aparecer somente a partir da primeira folha textual (introdução ou apresentação, como queira) e sendo consecutiva até o final do trabalho.
Por ultimo: Elementos que compõem um trabalho.
Pré-textuais, textuais e pós-textuais. Sendo algumas partes obrigatórias e outras não.
Então deixei a preguiça de lado e resolvi dar umas pequenas dicas sobre o que eu descobri na ABNT.
Primeiro, vamos falar do papel... Lembro que minha irmã cismava de querer fazer o pré-projeto dela em papel cartão ROSA, encher de bordas, margens e outros artificios que me recuso a citar (enfim, viva a ABNT neste momento).
Segue abaixo o estilo de formato... papel, fonte, margem, etc...
Papel A4 branco (21,0 x 29,7 cm)
Texto cor preta
Ilustração pode ser colorida
Fonte tamanho 12 para o texto, 14 para a capa e 10 para citação longa, nota de rodapé, legenda e paginação;
Tipo de Fonte: Times New Roman ou Arial (prefiro a segunda).
Margens: superior 3cm, inferior 2,5cm, esquerda 3cm, direita 2,5cm;
Parágrafo com recuo de 2cm;
Citação longa (+ 3 linhas) com recuo de 4 cm;
Segundo: Espaçamento.
No geral usa-se 1,5 ou duplo (mais uma vez eu tenho preferência e fico com o 1,5) em todo o texto.
Espaço Simples na capa, citações longas (aquelas que tem recuo de 4cm), notas de rodapé, referências e legendas.
Terceiro: Paginação.
As folhas do trabalho devem ser numeradas seqüencialmente, em algarismos arábicos., aparecendo no canto superior direito da folha. A contagem será feita a partir da folha de rosto. A numeração, no entanto, deve aparecer somente a partir da primeira folha textual (introdução ou apresentação, como queira) e sendo consecutiva até o final do trabalho.
Por ultimo: Elementos que compõem um trabalho.
Pré-textuais, textuais e pós-textuais. Sendo algumas partes obrigatórias e outras não.
Nada como um desenho bonito pra esclarecer o texto, né?Observações importantes:
Primeiro: Algumas Universidade adotam um padrão próprio para a formatação do trabalho. Então converse sempre com o professor de metodologia da sua faculdade antes de dar a cara (ou o trabalho) a tapa.
Segundo: Os tipos de trabalhos acadêmicos abordados neste post são: Trabalho de conclusão de curso (TCC), relatório de estágio; monografia de graduação e especialização, dissertação, pesquisa e tese.
Espero ter ajudado (espero mesmo, quem derá ter ligo algo assim há uns anos atrás).
Site Oficial da ABNT
Site que eu consulto: As Três Metodologias (pela Profª Drª. Elizabeth Teixeira).
=====================================================
O post foi útil? ajudou em algo?
Deixe um comentário, só não diga que não servio pra nada.
Ao menos para perda de tempo, serviu.
Primeiro: Algumas Universidade adotam um padrão próprio para a formatação do trabalho. Então converse sempre com o professor de metodologia da sua faculdade antes de dar a cara (ou o trabalho) a tapa.
Segundo: Os tipos de trabalhos acadêmicos abordados neste post são: Trabalho de conclusão de curso (TCC), relatório de estágio; monografia de graduação e especialização, dissertação, pesquisa e tese.
Espero ter ajudado (espero mesmo, quem derá ter ligo algo assim há uns anos atrás).
Site Oficial da ABNT
Site que eu consulto: As Três Metodologias (pela Profª Drª. Elizabeth Teixeira).
=====================================================
O post foi útil? ajudou em algo?
Deixe um comentário, só não diga que não servio pra nada.
Ao menos para perda de tempo, serviu.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Belém - Pará - Brasil
"Não se imagina, no resto do Brasil, o que é Belém"
Euclides da Cunha
Euclides da Cunha
Uma das primeiras cidades brasileiras a ter luz elétrica nas ruas, bonde e telefone. Belém foi fundamental para a conquista da Amazônia.
Repleta de túneis formados por mangueiras seculares, plantadas para aliviar o calor, Belém tem em torno de 1,3 milhão de habitantes que vivem principalmente do comércio, da indústria e da economia informal.
Os belenenses são orgulhosos da sua culinária original, das frutas da terra, do artesanato indígena, dos ritmos e das tradições religiosas.
Repleta de túneis formados por mangueiras seculares, plantadas para aliviar o calor, Belém tem em torno de 1,3 milhão de habitantes que vivem principalmente do comércio, da indústria e da economia informal.
Os belenenses são orgulhosos da sua culinária original, das frutas da terra, do artesanato indígena, dos ritmos e das tradições religiosas.
A cidade responde por cerca de 60% do PIB do Pará (12,8 bilhões), e seu grande "marketing" turístico é a festa do Círio de Nazaré, que mobiliza 1,5 milhão de pessoas no segundo domingo de outubro.

*edição gráfica por Daniela CarvalhoE quem visita Belém não pode deixar de conhecer o famoso mercado a céu aberto. É lá que a cidade acorda há mais de três séculos, com a chegada dos barcos bem cedinho. O nome surgiu quando os portugueses resolveram cobrar impostos de tudo o que entrava e saía da Amazônia. Para isso, criaram, em 1688, a casa do Ver-o-Peso. Apesar de parecer um grande varejão, a mistura de cores, cheiros e objetos é muito interessante, além de folclórica. Ali, encontram-se ervas medicinais e para banhos recomendados pelas mandingueiras, frutas regionais dos mais diferentes sabores, artesanatos, utilidades domésticas, carnes, peixes e temperos. Do complexo Ver-o-Peso, fazem parte o mercado de peixe e o da carne, todo em ferro importado da Inglaterra. À primeira vista, a impressão não é das melhores, mas vale a pena reparar nos detalhes das colunas e das escadas. Lá, as carnes ficam penduradas por ganchos. Com 26.500 metros quadrados, o Ver-o-Peso reúne 2 mil barracas e camelôs por toda a parte. Hoje, o mercado é o entreposto comercial de Belém, onde barcos chegam às docas trazendo produtos do rio e da floresta, que depois serão vendidos nas barracas amontoados no pátio junto do mercado de peixe.
Saiba mais em: Cidades do Brasil
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